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The Way

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Bíblia em 6 meses

Dia 181 de 182 · uns 26 min

Apocalipse 3–13

Apocalipse 3Abrir no leitor

1“E escreve ao anjo da igreja que está em Sardes: “Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: “Eu conheço tuas obras; que tu tens nome de que vives, e estás morto.

2Sê vigilante, e firma o resto que está a ponto de morrer; porque eu não achei tuas obras completas diante de Deus.

3Então lembra-te do que tu tens recebido e ouvido, e guarda, e arrepende-te. Portanto, se tu não vigiares, eu virei sobre ti como ladrão, e tu não saberás a que hora eu virei sobre ti.

4Mas também em Sardo tu tens alguns poucos nomes, ou seja, pessoas que não contaminaram suas roupas, e andarão comigo em roupas brancas, porque são dignos.

5O que vencer, este será vestido de roupas brancas; e seu nome em maneira nenhuma riscarei do livro da vida; e eu declararei seu nome diante do meu Pai, e diante de seus anjos.

6Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

7“E escreve ao anjo da igreja que está em Filadélfia: “Isto diz o Santo, o Verdadeiro, que tem a chave de Davi; que abre e ninguém fecha; que fecha e ninguém abre;

8“Eu conheço as tuas obras; eis que eu te dei diante de ti uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; porque tu tens pouca força, e guardaste minha palavra, e não negaste o meu nome.

9Eis que eu entrego alguns da sinagoga de Satanás, dos que dizem ser judeus, e não são, mas mentem; eis que eu farei com que venham, e fiquem prostrados diante dos teus pés, e saibam que eu te amo;

10Porque tu guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para testar aos que habitam sobre a terra.

11Eis que eu venho em breve; guarda o que tu tens, para que ninguém tome tua coroa.

12Ao que vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus; e dele nunca mais sairá; e sobre ele escreverei o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, Nova Jerusalém, que desce do céu do meu Deus, e também meu novo nome.

13Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

14“E escreve ao anjo da igreja dos laodicenses: “Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o principal da criação de Deus:

15“Eu conheço as tuas obras, que tu nem és frio, nem quente; melhor seria que tu fosses frio ou quente!

16Portanto porque tu és morno, e nem frio nem quente, eu te vomitarei da minha boca.

17Porque tu dizes: Eu sou rico, e tenho me enriquecido, e de nada tenho falta; E não sabes que estás miserável, coitado, pobre, cego e nu.

18Eu te aconselho a comprar de mim ouro provado do fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas; e a vergonha de tua nudez não apareça; e unge teus olhos com colírio, para que vejas.

19Eu repreendo e castigo a todos quantos eu amo; portanto sê zeloso, e te arrepende.

20Eis que eu estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei até ele, e cearei com ele, e ele comigo.

21Ao que vencer, eu lhe concederei que se sente comigo em meu trono; assim como eu também venci, e me sentei com meu Pai no trono dele.

22Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

Apocalipse 4Abrir no leitor

1Depois destas coisas eu olhei, e eis que uma porta estava aberta no céu; e a primeira voz que eu ouvi, como uma trombeta ao falar comigo, disse: “Sobe aqui, e eu te mostrarei as coisas que devem acontecer depois destas.”

2E logo eu fui arrebatado em espírito; e eis que um trono estava posto no céu, e alguém sentado sobre o trono.

3E o que estava sentado era de aparência semelhante à pedra jaspe e sárdio; e o arco colorido celeste estava ao redor do trono, de aparência semelhante à esmeralda.

4E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de roupas brancas; e sobre as cabeças deles tinham coroas de ouro.

5E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e sete lâmpadas de fogo ardiam diante do trono, as quais são os sete espíritos de Deus.

6E diante do trono havia um mar de vidro, semelhante ao cristal, e no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, em frente e atrás.

7E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e o terceiro animal tinha o rosto como de homem, e o quarto animal era como uma águia voando.

8E os quatro animais tinham cada um em si seis asas ao redor, e por dentro eram cheios de olhos; e não tem repouso de dia nem de noite, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que virá.”

9E quando os animais dão glória, honra, e agradecimento ao que estava sentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre;

10Então os vinte e quatro anciãos se prostram diante do que estava sentado sobre o trono, e adoram ao que vive para todo o sempre, e lançam suas coroas diante do trono, dizendo:

11“Digno és tu, Senhor, de receberes glória, honra e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por causa da tua vontade elas são e foram criadas!”

Apocalipse 5Abrir no leitor

1E eu vi na mão direita do que estava sentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.

2E vi um forte anjo, proclamando em alta voz: “Quem é digno de abrir o livro, e soltar seus selos?”

3E ninguém no céu, nem na terra podia abrir o livro, nem olhar para ele.

4E eu chorei muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem olhar para ele.

5E um dos anciãos me disse: “Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu, para abrir o livro e soltar seus sete selos.”

6E eu olhei, e eis que no meio do trono, e dos quatro animais, e no meio dos anciãos, um Cordeiro que estava como se tivesse sido morto, e tinha sete chifres, e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados para toda a terra.

7E ele veio, e tomou o livro da mão direita daquele que estava sentado sobre o trono.

8E quando ele tomou o livro, os quatro animais, e os vinte e quatro anciãos se prostraram diante do Cordeiro, tendo cada um harpas, e recipientes de ouro cheios de perfumes, que são as orações dos santos.

9E eles cantavam um novo cântico, dizendo: “Digno és tu de tomar o livro, e abrir seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue para Deus nos compraste , de toda tribo, língua, povo, e nação;

10e para nosso Deus tu nos fizeste reis e sacerdotes; e nós reinaremos sobre a terra.”

11E eu olhei, e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e o número deles era de centenas de milhões, e milhares de milhares;

12que diziam em alta voz: “Digno é o Cordeiro que foi morto, de receber poder, riquezas, sabedoria, força, honra, glória, e louvor!”

13E eu ouvi toda criatura que está no céu, e na terra, e abaixo da terra, e no mar, e todas as coisas que nelas há, dizendo: “Ao que está sentado sobre o trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, a honra, a glória, e o poder, para todo o sempre!”

14E os quatro animais diziam: “Amém!” E os vinte e quatro anciãos se prostraram e adoraram ao que vive para todo o sempre.

Apocalipse 6Abrir no leitor

1E eu vi quando o Coreiro abriu um dos selos; e ouvi um dos quatro animais dizendo com voz como de trovão: “Vem, e vê.”

2E eu olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado sobre ele tinha um arco; e uma coroa lhe foi dada, e ele saiu como conquistador, e para que conquistasse.

3E quando ele abriu o segundo selo, eu ouvi o segundo animal dizendo: “Vem, e vê.”

4E saiu outro cavalo vermelho; e ao que estava sentado sobre ele foi concedido que tirasse a paz da terra, e que uns aos outros se matassem; e uma grande espada lhe foi dada.

5E quando ele abriu o terceiro celo, eu ouvi o terceiro animal dizer: “Vem, e vê.” E olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava sentado sobre ele tinha uma balança na sua mão.

6E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: “Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.”

7E quando ele abriu o quarto selo, eu ouvi a voz do quarto animal dizendo: “Vem, e vê.”

8E eu olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava sentado sobre ele, seu nome era Morte; e o Xeol o seguia. E foi-lhes dada autoridade para matar a quarta parte da terra, com espada, com fome, com morte por doença , e com os animais ferozes da terra.

9E quando ele abriu o quinto selo, eu vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que tinham.

10E clamavam com grande voz, dizendo: “Até quando, Santo e Verdadeiro Soberano, não julgas e vingas nosso sangue daqueles que habitam sobre a terra?”

11E foram dados a cada um deles compridas roupas brancas; e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que se completassem os seus companheiros de serviço e seus irmãos, que ainda viriam a ser mortos.

12E eu vi quando ele abriu o sexto selo, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol se tornou preto como um saco feito de pelos de animais, e a lua se tornou como sangue.

13E as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira lança de si seus figos verdes, abalada por um grande vento.

14E o céu se removeu como um rolo de livro que se enrola; e todos os montes e ilhas se moveram de seus lugares.

15E os reis da terra, e os grandes, e os rigos, e os comandantes, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas.

16E diziam aos montes, e às rochas: “Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está sentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;

17Porque chegou o dia da sua grande ira; e quem poderá ficar de pé?”

Apocalipse 7Abrir no leitor

1E depois destas coisas eu vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.

2E eu vi outro anjo subir do lado onde o sol nasce, que tinha o selo do Deus vivente, e clamou com grande voz aos quatro anjos, aos quais tinha sido dado poder para danificar a terra e o mar,

3Dizendo: “Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos selado aos servos do nosso Deus nas suas testas.”

4E ouvi o número dos que foram selados; e cento e quarenta e quatro mil foram selados de todas as tribos dos filhos de Israel.

5Da tribo de Judá, doze mil foram selados; da tribo de Rúben, doze mil foram selados; da tribo de Gade, doze mil foram selados;

6da tribo de Aser, doze mil foram selados; da tribo de Naftali, doze mil foram selados; da tribo de Manassés, doze mil foram selados;

7da tribo de Simeão, doze mil foram selados; da tribo de Levi, doze mil foram selados; da tribo de Issacar, doze mil foram selados;

8da tribo de Zebulom, doze mil foram selados; da tribo de José, doze mil foram selados; da tribo de Benjamim, doze mil foram selados.

9Depois destas coisas eu olhei, e eis uma grande multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de roupas brancas, e com ramos de palmas nas suas mãos.

10E clamavam com grande voz, dizendo: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado sobre o trono, e ao Cordeiro!”

11E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e se prostraram sobre seus rostos diante do trono, e adoraram a Deus,

12Dizendo: “Amém! Sejam louvor, glória, sabedoria, agradecimento, honra, poder, e força a nosso Deus, para todo o sempre, Amém!”

13E um dos anciãos respondeu, dizendo-me: “Estes que estão vestidos de roupas compridas brancas, quem são? E de onde eles vieram?”

14E eu lhe disse: “Senhor, tu sabes.” E ele me disse: “Estes são os que vieram da grande tribulação; e lavaram suas roupas compridas e as branquearam no sangue do Cordeiro.

15Por isso eles estão diante do trono de Deus, e servem a ele dia e noite no seu templo; e aquele que está sentado sobre o trono armará sua tenda e habitará com eles.

16Eles não mais terão fome, nem mais terão sede; nem o sol, nem calor algum cairá sobre eles.

17Porque o Cordeiro, que está no meio do trono, os apascentará, e os guiará até fontes vivas de águas; e Deus limpará toda lágrima dos seus olhos.”

Apocalipse 8Abrir no leitor

1E quando ele abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu por cerca de meia hora.

2E eu vi os sete anjos, que estavam diante de Deus; e foram-lhes dadas sete trombetas.

3E veio outro anjo, e se ficou junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e muitos incensos lhe foram dados, para que oferecesse com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono.

4E a fumaça dos incensos com as orações dos santos subiu desde a mão do anjo até diante de Deus.

5E o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve vozes, trovões, relâmpagos e terremotos.

6E os sete anjos, que tinham as sete trombetas, se prepararam para as tocarem.

7E o primeiro anjo tocou sua trombeta; e houve saraiva e fogo misturado com sangue; e foram lançados sobre a terra; e a terça parte das árvores se queimou, e toda a erva verde foi queimada.

8E o segundo anjo tocou sua trombeta; e como um grande monte ardendo em fogo foi lançado ao mar; e a terça parte do mar se tornou sangue;

9E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e a terça parte das embarcações foi destruída.

10E o terceiro anjo tocou sua trombeta; e uma grande estrela caiu do céu ardendo como uma tocha; e ela caiu na terça parte dos rios, e nas fontes de águas.

11E o nome da estrela se chama Absinto; e a terça parte das águas se tornou absinto; e muitos homens morreram por causa das águas, porque elas se tornaram amargas.

12E o quarto anjo tocou sua trombeta; e a terça parte do sol foi ferida, e também a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e o dia não clareasse pela sua terça parte ; e se tornasse semelhante à noite.

13E olhei, e ouvi um anjo que estava voando pelo meio do céu, dizendo em alta voz: “Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra por causa das demais vozes das trombetas dos três anjos que ainda vão tocar!”

Apocalipse 9Abrir no leitor

1E o quinto anjo tocou sua trombeta; e eu vi uma estrela que caiu do céu sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

2E o poço do abismo foi aberto; e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha; e o sol e o ar se escureceram por causa da fumaça do poço.

3E da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi dado a eles poder como o poder que os escorpiões da terra têm.

4E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a nenhuma planta verde, nem a nenhuma árvore; mas sim somente aos homens que não têm o sinal de Deus em suas testas.

5E foi-lhes concedido que não os matassem, mas sim que os atormentassem por cinco meses; e o tormento deles era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere ao homem.

6E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.

7E a aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos preparados para a batalha; e sobre as cabeças deles havia como coroas, semelhantes ao ouro; e seus rostos eram como rostos de homens.

8E tinham cabelos como cabelos de mulheres; e seus dentes eram como os de leões.

9E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído de suas asas era como o ruído de carruagens de muitos cavalos correndo para a batalha.

10E tinham caudas semelhantes às de escorpiões; e ferrões em suas caudas; e seu poder era de por cinco meses causarem dano aos homens.

11E tinham como rei sobre eles ao anjo do abismo; o nome dele em hebraico é “Abadom”, e em grego tem por nome “Apoliom”.

12Um ai já passou; eis que depois disto ainda vêm dois ais.

13E o sexto anjo tocou sua trombeta; e eu ouvi uma voz dos quatro chifres do altar de ouro, que estava diante de Deus.

14A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: “Solta os quatro anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates.”

15E foram soltos os quatro anjos, que tinham sido preparados para a hora, dia, mês e ano, para matarem a terça parte da humanidade.

16E o número dos exércitos de cavaleiros era duzentos milhões; e eu ouvi o número deles.

17E assim eu vi os cavalos n esta visão; e os que cavalgavam sobre eles tinham couraças de fogo, de jacinto e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo, fumaça e enxofre.

18Por estes três a terça parte dos homens foi morta, pela fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saía de suas bocas.

19Porque o poder deles está em sua boca, e em suas caudas; porque suas caudas são semelhantes a serpentes tendo cabeças, e com elas causam dano.

20E o resto da humanidade, que não foi morta por estas pragas, não se arrependeu das obras de suas mãos, para não adorar os demônios, e ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar;

21E não se arrependeu de seus homicídios, nem de suas feitiçarias, nem de seu pecado sexual, nem de seus roubos.

Apocalipse 10Abrir no leitor

1E eu vi outro forte anjo descendo do céu, vestido com uma nuvem; e por cima de sua cabeça estava o arco colorido celeste; e o rosto dele era como o sol, e os pés dele como coluna de fogo.

2E na mão dele tinha um livrinho aberto; e pôs seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra.

3E clamou em alta voz, como quando o leão ruge; e quando ele clamou, os sete trovões falaram suas vozes.

4E quando os sete trovões falaram suas vozes, eu estava a pondo de escrevê -las ; mas eu ouvi uma voz do céu me dizer: “Sela as coisas que os sete trovões falaram, e não as escrevas.”

5E o anjo que eu vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou sua mão ao céu,

6E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e as coisas que nele há, e a terra e as coisas que nela há, e o mar e as coisas que nele há, que não haverá mais tempo;

7Mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando sua trombeta estiver a ponto de tocar, o mistério de Deus se cumprirá, assim como ele bem anunciou aos seus servos e profetas.

8E a voz que eu tinha ouvido do céu voltou a falar comigo, e disse: “Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está sobre o mar e sobre a terra.”

9E eu fui até o anjo, dizendo-lhe: “Dá-me o livrinho.” E ele me disse: “Toma-o, e come-o; e fará amargo o teu ventre, mas em tua boca será doce como mel.”

10E eu tomei o livrinho da mão do anjo, e comi; e ele era em minha boca doce como o mel; mas quando eu o comi, meu ventre ficou amargo.

11E ele me disse: “É necessário que profetizes outra vez a muitos povos, nações, línguas e reis.”

Apocalipse 11Abrir no leitor

1E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara de medir ; e o anjo ficou de pé , dizendo: “Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

2Mas deixa fora ao pátio, que está fora do templo, e não o meças; porque ele foi dado às nações; e pisarão a santa cidade por quarenta e dois meses.

3E eu darei autoridade às minhas duas testemunhas, e elas profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de sacos.”

4Estas são as duas oliveiras, e os dois castiçais, que estão diante do Deus da terra.

5E se alguém quiser lhes maltratar, fogo sai da sua boca, e devora aos inimigos delas; e se alguém quiser lhes maltratar, é necessário que assim seja morto.

6Estas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para as transformar em sangue, e para ferir a terra com toda praga, tantas vezes quantas quiserem.

7E quando elas terminarem seu testemunho, a besta, que sobe do abismo, fará guerra contra elas, e as vencerá, e as matará.

8E os cadáveres delas jazerão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde nosso Senhor também foi crucificado.

9E os dos povos, tribos, línguas e nações verão os cadáveres delas por três dias e meio, e não permitirão que os cadáveres delas sejam postos em sepulcros.

10E os que habitam sobre a terra se alegrarão sobre elas, e ficarão contentes, e enviarão presentes uns aos outros, porque estes dois profetas atormentarão aos que habitam sobre a terra.

11E depois daqueles três dias e meio, entrou nelas o espírito de vida de Deus, e se puseram sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que as viram.

12E elas ouviram uma grande voz do céu lhes dizendo: “Subi aqui!” E elas subiram ao céu em uma nuvem; e seus inimigos as viram.

13E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e a décima parte da cidade caiu, e no terremoto foram mortos sete mil nomes humanos; e os restantes ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

14O segundo ai já passou; eis que o terceiro ai logo vem.

15E o sétimo anjo tocou a trombeta, e houve grandes vozes no céu, dizendo: “Os reinos do mundo se tornaram do nosso Senhor, e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.”

16E os vinte e quatro anciãos, que estão sentados diante de Deus em seus tronos, prostraram-se sobre seus rostos, e adoraram a Deus,

17dizendo: “Graças te damos, Senhor Deus, o Todo-Poderoso, o que é, e que era, e que virá; porque tomaste o teu grande poder, e tens reinado;

18E as nações se iraram, porém veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para serem julgados, e para tu dares a recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes; e para destruir os que destroem a terra.”

19E o templo de Deus se abriu no céu, e a arca de seu pacto foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos, e grande queda de granizo.

Apocalipse 12Abrir no leitor

1E um grande sinal foi visto no céu: uma mulher vestida do sol, e a lua debaixo dos pés dela, e sobre sua cabeça uma coroa de doze estrelas;

2E ela estava grávida, gritando, tendo dores de parto, e sendo atormentada pelo trabalho de parto.

3E foi visto outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre suas cabeças sete coroas.

4E sua cauda levava após si a terça parte das estrelas do céu, e as lançou sobre a terra; e o dragão ficou parado diante da mulher, que estava a ponto de gerar filho ; para que, quando ela desse à luz, o dragão devorasse o filho dela.

5E ela gerou um filho macho, que com vara de ferro ia dominar todas as nações; e o filho dela foi arrebatado para Deus e para o seu trono.

6E a mulher fugiu para o deserto, onde ela tinha lugar preparado por Deus, para que ali a alimentassem por mil duzentos e sessenta dias.

7E houve batalha no céu: Miguel e seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhava também contra eles o dragão e seus anjos.

8Mas eles não prevaleceram, nem mais o lugar deles foi achado nos céus.

9E foi lançado o grande dragão, a serpente antiga, chamada o diabo e Satanás, que engana a todo o mundo; ele foi lançado na terra, e seus anjos foram lançados com ele.

10E eu ouvi uma grande voz no céu, dizendo: “Agora veio a salvação, e a força, e o reino de nosso Deus, e o poder de seu Cristo; porque já foi lançado abaixo o acusador dos nossos irmãos, o qual os acusava diante de nosso Deus dia e noite.

11E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do testemunho deles; e eles não amaram suas vidas até a morte.

12Por isso alegrai-vos, ó céus, e os que nele habitais! Ai dos que habitam na terra, e no mar! Porque o diabo desceu até vos, tendo grande ira, sabendo que ele tem pouco tempo.”

13E quando o dragão viu que havia sido lançado na terra, ele perseguiu a mulher que tinha dado à luz o menino.

14E foram dadas à mulher duas asas de grande água, para que voasse ao deserto, ao lugar dela, onde ali é alimentada por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo, longe da face da serpente.

15E a serpente lançou de sua boca água como de um rio, atrás da mulher, para fazer com que esta mulher seja levada pela correnteza.

16E a terra ajudou a mulher, e a terra abriu a sua boca, e engoliu o rio que o dragão havia lançado de sua boca.

17E o dragão se irou contra a mulher, e saiu para fazer guerra contra os restantes da descendência dela, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.

Apocalipse 13Abrir no leitor

1E eu fiquei parado sobre a areia do mar. E vi subir do mar uma besta, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre seus chifres dez diademas; e sobre suas cabeças um nome de blasfêmia.

2E a besta que eu vi era semelhante a um leopardo, e seus pés como de urso, e sua boca como boca de leão; e o dragão lhe deu seu poder, e seu trono, e grande autoridade.

3E eu vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e sua ferida mortal foi curada; e toda a terra se admirou e seguiu a besta.

4E adoraram ao dragão, ao qual tinha dado poder à besta; e também adoraram à besta, dizendo: “Quem é semelhante à besta? Quem pode batalhar contra ela?”

5E foi-lhe dada um boca que falava grandes coisas e blasfêmias; também foi-lhe dada autoridade para agir por quarenta e dois meses.

6E ela abriu sua boca em blasfêmia contra Deus, para blasfemar do nome dele, e do tabernáculo dele, e daqueles que habitam no céu.

7E foi-lhe concedido fazer guerra aos santos, e os vencer; e foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, língua, e nação.

8E todos os que habitam sobre a terra a adorarão, o nomes dos quais não estão escritos no livro da vida do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo.

9Se alguém tem ouvido, ouça:

10“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, é necessário que à espada ele seja morto.” Aqui está a paciência e a fé dos santos.

11E eu vi outra besta subindo da terra, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e ela falava como um dragão.

12E ela exercita todo o poder da primeira besta em sua presença; e faz que a terra e os que nela habitam, adorem à primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada.

13E ela faz grandes sinais, de maneira que faz até fogo descer do céu à terra, diante dos seres humanos.

14E engana aos que habitam na terra por meio de sinais, que lhe foram concedidos fazer na presença da besta; dizendo aos que habitam na terra para fazerem uma imagem para a besta que tinha recebido a ferida da espada, e sobreviveu.

15E foi-lhe concedido dar espírito à imagem da besta, para que a imagem da besta também falasse, e fizesse que todos os que não adorassem à imagem da besta fossem mortos.

16E fez com que todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, fosse lhes dada uma marca sobre sua mão direita ou sobre suas testas.

17E que ninguém possa comprar ou vender, a não ser aquele que tenha a marca ou o nome da besta, ou o número do nome dela.

18Aqui está a sabedoria: aquele que tem entendimento, calcule o número da besta, porque é número humano; e seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Texto: Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil.