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Salmos

Salmos 141

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Salmos 141

Senhor, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos á minha voz, quando a ti clamar.

Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrificio da tarde.

Põe, ó Senhor, uma guarda á minha bocca: guarda a porta dos meus labios.

Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aquelles que obram a iniquidade; e não coma das suas delicias.

Fira-me o justo, será uma benignidade; e reprehenda-me, será um excellente oleo, que me não quebrará a cabeça; porque orarei nas suas proprias calamidades.

Quando os seus juizes forem derribados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradaveis.

Os nossos ossos são espalhados á bocca da sepultura como se alguem fendera e partira lenha em terra.

Mas os meus olhos te contemplam, o Deus, Senhor: em ti confio; não desnudes a minha alma.

Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que obram a iniquidade.

Caiam os impios nas suas proprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

Almeida 1911 (domínio público). Transcrição digital: módulo PorAlmeida1911, CrossWire Bible Society, licença GNU GPL, com correções de transcrição do The Way. Fontes e créditos

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